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“O governo precisa estabelecer uma política de Estado para a previdência complementar, porque ela, por sua importância para os trabalhadores, as empresas e o País como um todo, vai muito além do significado transitório dos governos”, observa Cláudia Ricaldoni, presidente da ANAPAR - Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão. Fiel ao mesmo espírito, Luiz Paulo Brasizza, diretor da Abrapp, lembra a defesa que há muito fazemos para a PREVIC (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) assumir concretamente suas feições de órgão de Estado e, dessa forma, oferecer uma contribuição ainda maior do que a que tem dado ao fomento do sistema, como instrumento para o Brasil encontrar os meios de poupar mais e melhor.

Acompanhe a entrevista concedida pelo titular da Previc, Carlos de Paula, ao site Fato Online, na qual destaca a importância de se achar os melhores meios para disseminar a previdência complementar, junto especialmente aos trabalhadores que viram a sua renda crescer nos últimos anos e formam a chamada “nova classe média”. Ele ressalta a contribuição que a autarquia que dirige pretende dar nesse processo:

 

“Incluída no mercado de consumo nos últimos anos, a nova classe média, agora, é o foco da indústria de previdência complementar privada. No comando da Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), Carlos de Paula quer popularizar o acesso das pessoas a esse tipo de "poupança" para hora da aposentadoria.

 

Quem deve me entregar o Informe de Rendimentos 2014? 

A responsabilidade de entregar o Informe de Rendimento para a Declaração de Imposto de Renda de 2015 é da área de RH do órgão de cada participante.

Para os participantes da PREVES, a área destinada ao seu acesso está liberada.

Neste primeiro momento, estão disponíveis os dados cadastrais.

 

No dia 27/02/2015 no auditório da SEGER, aconteceu a primeira palestra do ano sobre a PREVES.

Ministrada pelo Diretor Presidente da Fundação Alexandre Wernersbach Neves, foram apresentadas as novas diretrizes da organização para este ano além de informações esclarecedoras sobre a Previdência Complementar. 

A Previdência Social consolidada do setor público e setor privado tornou-se um monstro, cujos déficits a estão levando para uma situação financeira insustentável e com alto conteúdo de injustiça social. Na União, apenas 1 milhão de servidores públicos e militares provocam um déficit superior ao valor dos 27 milhões de trabalhadores do setor privado cobertos pelo INSS. É uma situação causadora de concentração de renda e desigualdade social que, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os programas de transferência de renda não conseguem compensar.