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Nos últimos 100 anos, a expectativa de vida dos habitantes do planeta aumentou significativamente. Este aumento afeta diretamente o déficit da nossa previdência.

 

Segundo a Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social, através do Relatório do Banco Mundial sobre o Envelhecimento da População Brasileira e Implicações na Previdência, os gastos com previdência social, que representam 10% do PIB brasileiro em 2005, podem chegar a 22,4% do PIB em 2050. Segundo o estudo, o Brasil, que já tem gastos altos com seguridade social, precisa fazer novas reformas no sistema previdenciário, como as realizadas em 1999 e 2003.

Instituído há mais de 120 anos, o sistema previdenciário dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, era um regime associado diretamente ao vínculo funcional do servidor, no qual o Estado era o seu único mantedor.

 

O final do ano de 2011 foi marcado por um acontecimento inédito na previdência brasileira.

 

No dia 22 de dezembro, foi aprovado a criação da Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo – SP – PREVCOM. A Lei nº 14.653/11 previu que esse novo sistema seria aplicado apenas para os novos servidores ingressantes no setor público a partir daquela data, preservando o direito adquirido dos antigos servidores.

O Presidente da Funpresp-Exe – Fundação de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais do Poder Executivo, Ricardo Pena, com a colaboração de Rafael Liberal Ferreira de Santana, analista de seguridade da Funpresp-Exe desenvolveram um artigo para esta publicação contando diversos pontos para a criação e desenvolvimento da organização em questão.

Na edição nº2 da revista Previdência Complementar, desenvolvida pela Secretaria de Políticas de Previdência Complementar (SPPC), o Secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência Social Jaime Mariz de Faria Júnior abordou o tema referente aos benefícios da Previdência Complementar para o país.