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Senhores Participantes,

A Comissão Eleitoral vem informar-lhes que o Conselho Deliberativo suprimiu o item XII do art. 21 do Regulamento Eleitoral e aumentou o prazo de inscrição de chapas para concorrer no Processo Eleitoral de 2017 para elegeros representantes de Participantes e Assistidos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal dessa Fundação.

Passado o clima de incerteza política instalado pela mal ajambrada denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro oferecida contra o presidente Michel Temer pela Procuradoria-Geral da República (PGR) – cuja autorização para processamento no Supremo Tribunal Federal (STF) foi denegada pela Câmara na semana passada –, é hora de o País retomar o caminho da aprovação das chamadas reformas estruturantes, sobretudo a da Previdência, essencial para o reequilíbrio das contas públicas e a retomada do crescimento econômico.

Hoje na Coluna do Servidor do jornal A Tribuna, foi publicado uma nota sobre a taxa de contribuição da PREVES, que teve redução para 3%.

Em um ano, gasto da Previdência aumentou de R$ 60 bi para R$ 82 bi.

Confira a entrevista de Simone Velten, Secretária de Controle Externo da Presidência do TCES, comentando sobre a decisão do Tribunal de Contas em fixar regras mais rígidas para reajuste no Estado.

Determinações foram dadas pelo Tribunal de Contas do Espírito Santo, que apontou quedas na receita líquida do Estado além de déficit previdenciário bilionário.

 

Os fundos de previdência aberta, que recebem recursos de planos PGBL e VGBL, conseguiram manter o ritmo já forte de captação observado no ano passado, apesar de experimentar alguma desaceleração no fim do primeiro semestre em decorrência da piora do cenário político com acordo de leniência da empresa de alimentos JBS.

A reforma da Previdência é hoje um tema essencial para as finanças de nosso país, não somente em razão do reordenamento das despesas do setor público, mas, também, para despertar a atenção para a longevidade. O primeiro por ser fundamental para construir um orçamento que possibilite ao governo, no médio e longo prazos, cumprir suas obrigações constitucionais, resgatando a confiança e a credibilidade do país, e o segundo por ser um dos temas mais relevantes da sociedade atual.

O Brasil gasta com a Previdência de seus servidores parcela maior de seu PIB que os 34 países desenvolvidos reunidos na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Foram 3,5% do PIB no Brasil em 2016, contra 2,3% no Reino Unido, 1,5% na Alemanha e 0,8% nos EUA, relatam os pesquisadores do Ipea Rogerio Nagamine Costanzi e Graziela Ansiliero. Eles observam que, embora haja dificuldades metodológicas em comparações internacionais, o Brasil tem uma despesa muito acima da média devido ao elevado valor médio dos benefícios: "O Brasil é um ponto fora da curva no gasto com o RPPS". Costanzi afirma que a integração dos regimes pode reduzir duplicações e aumento de custos com pagamento, manutenção dos benefícios e de dados e informações.

Fonte: Folha de São Paulo

Para conferir a matéria completa, clique aqui.

 

 

Complementar a aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é uma necessidade de todos os trabalhadores que ganham mais de um salário-mínimo. E isso é ainda mais imprescindível para quem tem remuneração superior ao teto de benefícios pagos pela Previdência Social, atualmente em R$ 5.531,31. A queda de renda para quem não poupa para a aposentadoria pode ser de até 74,5%, conforme pesquisa da consultoria Mercer Gama. O estudo revela que o problema é uma realidade para milhões de brasileiros. O crescimento das despesas na velhice e a obrigação de sustentar cônjuges, filhos e netos levaram 31% dos aposentados a voltar a trabalhar ou a postergar o requerimento da aposentadoria.

Reproduzimos abaixo entrevista concedida pelo Presidente Luís Ricardo Marcondes Martins à revista ISTOÉ DINHEIRO:

O advogado Luís Ricardo Marcondes Martins, presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (Abrapp) tem uma tarefa difícil pela frente. Ele precisa convencer alguns milhões de brasileiros e brasileiras que faz sentido poupar, hoje, para garantir uma aposentadoria mais folgada em 20 ou 30 anos. Há dois grandes obstáculos para isso. O primeiro é a renda do brasileiro, cronicamente baixa. Se já fica complicado esticar o salário até o fim do mês, reservar uma fatia para guardar para o futuro é mais difícil ainda. O segundo é fazer o brasileiro confiar seu dinheiro, por muitos e muitos anos, aos gestores de fundos de pensão. Periodicamente, algumas dessas entidades, que administram R$ 814 bilhões em conjunto, e que são os maiores investidores institucionais do País, migram das páginas econômicas dos jornais e revistas para as policiais. A saída, diz Martins, é melhorar a governança dos fundos. Ele falou com a DINHEIRO:

A Receita Corrente Líquida (RCL) em 2016 alcançou o montante de R$ 11.884.435.326,99, uma queda de R$ 7,32% em relação a 2015, representando uma trajetória de queda real nos últimos cinco anos. Em 2012 a RCL foi de R$ 14.150.832.308,44, o que significa uma redução de 16,02%. O valor, em 2016, voltou ao patamar da receita de 2009, quando foi registrado o montante de R$ 11.910 bilhões. Os dados foram apresentados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-ES) durante apreciação da Prestação de Contas do governador do Estado, Paulo Hartung, referente ao exercício de 2016, na manhã desta sexta-feira (14).

A Previc informa aos participantes e assistidos que são fraudulentos os ofícios e comunicações em nome da Superintendência Nacional de Previdência Complementar que, supostamente, orientam sobre o direito de resgate de contribuições de planos de aposentadoria complementar.

Na sexta-feira 02/06, a PREVES recebeu em sua sede os representantes da Fundação de Previdência Complementar do Estado de Goiás – PREVCOM.      

Nos dias 11 e 12 de maio (2017) a PREVES, representada pelo seu Diretor Presidente Alexandre Wernersbach Neves, esteve presente no XI Seminário Capixaba de Previdência, da Associação Capixaba dos Institutos de Previdência (ACIP) em Pedra Azul, Domingos Martins.

Realizado nos dias 10 e 11 de maio (2017) o evento contou com profissionais das áreas de Comunicação, Marketing, Relacionamento, Atendimento e Educação dos Fundos de Pensão de todo o país.

No dia 27/04 (2017) ocorreu, no Hotel Quality Suites, Praia da Costa, a palestra O Novo Cenário Previdenciário Brasileiro, organizada pela ABCPREV – Gestão e Formação Previdenciárias.

No dia 09/05 aconteceu o Encontro Regional Sudeste no Rio de Janeiro. O evento contou com a presença de dirigentes e funcionários das Entidades de Previdência da Região Sudeste.

O Presidente da Abrapp, Luís Ricardo Marcondes Martins, concedeu na última terça-feira (25) entrevista coletiva online à imprensa e da qual participaram mais de 20 jornalistas, presentes os principais veículos de mídia do País. Confira na íntegra aqui.